Considerando que Supergirl foi uma bomba nas bilheterias (não olhe para mim, ainda mantenho a minha posição de que é um filme simpático), minha previsão para o novo universo DC de James Gunn acabou tendo que ser reavaliada: seu sucesso não está muito ligado à qualidade dos filmes, mas ao apetite para esse tipo de história. O detalhe é que estamos em um cenário em que nenhum estúdio sabe o que esperar e o reconhecimento de marca parece mais necessário do que nunca. Assim, Clayface , uma história de “origem” de um vilão B do Batman (ou melhor dizendo, um amálgama de várias versões do titular vilão) não parecia ser o filme certo na hora certa, ainda mais após Joker: Folie à Deux . Embora, pessoalmente, eu aplauda a iniciativa de filmes mais contidos e autorais em vez de um universo ultra conectado, admito que Clayface está nadando contra a correnteza de um público apático. Essa é uma iniciativa que encontra dificuldades em engrenar, de modo que esse precisaria ser um baita...
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